Danças Que Temos Feito
Plataforma de criação, produção e formação em dança contemporânea
Fazemos danças.
Danças que nascem do encontro entre corpos, territórios e tempos.
Danças que se inventam no processo, no gesto, na tentativa.
Danças que se fazem enquanto estão sendo feitas.
Entre criação, partilha e formação, seguimos cultivando
as danças que temos feito — e as que ainda estão por vir.
A Plataforma Danças Que Temos Feito (Dqtf) é um coletivo de criação, produção e formação em dança contemporânea, fundado por Ireno Júnior e Samuel Alvís, com atuação no estado do Piauí.
A origem da plataforma remonta a 2016, com a criação do espetáculo Eólico, que marca o início da parceria artística entre seus integrantes e estabelece as bases do que viria a se constituir como a Dqtf.
Em 2019, o projeto passa a se organizar e a se apresentar publicamente sob o nome Danças Que Temos Feito, sendo lançada de forma coletiva e colaborativa ampliando suas ações em diálogo com pessoas, territórios e diferentes contextos artísticos.
A Dqtf emerge do desejo pela dança e por suas múltiplas conexões. Constitui-se como um espaço de experimentação e reflexão sobre criação, produção e formação em dança, estabelecendo diálogos com diferentes linguagens artísticas.
O nome “danças que temos feito” surge como uma ideia de continuidade — um fazer que se constrói no próprio ato de fazer, no fluxo do enquanto. Interessa à plataforma investigar danças que se relacionam com diferentes corpos, territórios e contextos.
CRIAÇÕES E PROJETOS
Ao longo de sua trajetória, a plataforma desenvolve processos de criação artística, ações formativas, apresentações e intercâmbios, promovendo o encontro entre artistas, estudantes e públicos diversos. Entre os projetos e criações vinculados à Dqtf destacam-se:
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Valentar (2019)
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Que Dança Você Tem Feito na Quarentena? (2020)
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Paragem – live (2020)
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LiveMaisDança (2020)
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Sabbath da Brixa (2022)
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Eitta James (2022)
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Guiança (2022)
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Sorria (2023)
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Encontro Turbulência (2023)
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Ocupação Turbulência (2025)
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Devorar (2023)
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Rainhas do Inferno (2024)
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Fon-Fonia (2024)
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Política Cadela (2025)
CIRCULAÇÃO
Os espetáculos e performances da plataforma já foram apresentados em festivais, mostras e circuitos culturais em diversos estados do Brasil, contribuindo para a difusão da dança produzida no Piauí e ampliando redes de intercâmbio artístico.
Estados por onde os trabalhos circularam:
Piauí, Maranhão, Ceará, Sergipe, Amazonas, Amapá, Roraima, Acre, Rondônia, Tocantins, Mato Grosso, Minas Gerais, Bahia e São Paulo.
Alguns festivais e contextos de apresentação:
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Circulação Sesc Amazônia das Artes (PI, MA, AM, AP, RR, AC, RO, TO, MT)
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Junta – Festival Internacional de Dança (PI)
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Festival Internacional Lusófono (PI)
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Ocupa Trilhos (PI)
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Balaio Cênico (PI)
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Quinta Dança – Sesc (PI)
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SEDA – Semana Estadual de Dança do Piauí
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Festival Acuenda (MG)
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Move Concreto (MG)
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Festival de Dança de Itacaré (BA)
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Congresso UFBA
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Mostra Artística do Congresso ANDA (BA)
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Festival Internacional de Dança de Araraquara (SP)
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Mostra das Artes Cênicas do Centro Cultural Banco do Nordeste – Fortaleza (CE)
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Festival Cena Nordeste (SE)
FORMAÇÃO E ARTICULAÇÃO
Além das ações de criação e circulação artística, a Dqtf também desenvolve iniciativas de formação e articulação cultural.
Em 2023, criou o Encontro Turbulência em Teresina-PI – que já soma 3 edições desde então – , reunindo apresentações artísticas, oficinas e residências de criação em dança, promovendo intercâmbios entre artistas e fortalecendo a produção em dança no território.
Em 2025, realiza a Ocupação Turbulência, desdobramento do encontro, ampliando as ações da plataforma por meio de uma programação que articula formação, apresentações, processos de criação e estudo entre artistas, aprofundando o diálogo entre dança contemporânea, território e rede artística.
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Tendo o afeto como eixo central de investigação, a plataforma investe em uma produção crítica em dança contemporânea, comprometida com a invenção contínua das danças e com o fortalecimento das redes culturais e artísticas em seus territórios de atuação.
Foto: Daline Ribeiro

A Plataforma Danças Que Temos Feito (Dqtf) é um coletivo de criação, produção e formação em dança contemporânea, fundado por Ireno Júnior e Samuel Alvís, com atuação no estado do Piauí.
A origem da plataforma remonta a 2016, com a criação do espetáculo Eólico, que marca o início da parceria artística entre seus integrantes e estabelece as bases do que viria a se constituir como a Dqtf.
Em 2019, o projeto passa a se organizar e a se apresentar publicamente sob o nome Danças Que Temos Feito, sendo lançado de forma colaborativa e ampliando suas ações em diálogo com pessoas, territórios e diferentes contextos artísticos.
A Dqtf nasce do desejo vibrante pela dança e por suas múltiplas conexões. Constitui-se como um espaço de experimentação e reflexão sobre criação, produção e formação em dança, estabelecendo diálogos com diferentes linguagens artísticas.
O nome “danças que temos feito” surge como uma ideia de continuidade — um fazer que se constrói no próprio ato de fazer, no fluxo do enquanto. Interessa à Plataforma investigar danças que se relacionam com diferentes corpos, territórios e contextos.
Diretores

Ireno Júnior
Foto: Allan Diniz
É uma pessoa não binária e artista da dança, desempenhando múltiplas funções, como diretora, curadora, coreógrafa, bailarina, produtora e dramaturgista. Iniciou sua jornada na dança aos 3 anos, imersa na cultura afro-brasileira, em terreiros de umbanda e candomblé, onde continua a se expressar. Atualmente, está inserida no universo das danças contemporâneas, performance e danças brasileiras.
Possui doutorado em Dança pela UFBA, onde também completou mestrado e especialização. Atualmente, é docente e coordenadora na Escola Estadual de Dança Lenir Argento, com ênfase no eixo Dança Infância. Também leciona no curso técnico em dança da Escola Técnica de Teatro Professor José Gomes Campos e foi professora substituta na UESPI.
Coordena de forma colaborativa os projetos que surgiram no Piauí: A Plataforma Danças Que Temos Feito e Congresso FORMA. Foi pessoa docente substituta da Universidade Estadual do Piauí. Foi docente e pessoa coordenadora do curso de qualificação profissional voltado para pessoas coreógrafas ofertado pela Escola Estadual de Dança Lenir Argento - EEDLA, em 2023 na cidade de Teresina-PI/BRA.
Criou espetáculos que foram dançados em diferentes festivais do Brasil, tais como: Ruir (2024), Devorar (2023), Guiança (2022), Valentar (2021), Braços Pra Que Te Quero (2018), dentre outros.
Já dançou/performou nos festivais/contextos: junta-festival internacional de dança, festival Panorama, festival Acuenda, festival de dança Itacaré, festival cult dance, festival balaio cênico, festival moveconcreto, festival escena 1 danzasur, dentre outros.
Tem pesquisado sobre a “vulnerabilidade como jeito de fazer em dança”, bem como sobre os estudos Queer no ato de dançar, e suas criações problematizam os assombros no/do corpo, assunto que vem desenvolvendo no doutorado em Dança.

Samuel Alvís
Foto: Allan Diniz
Bixa, Artista piauiense da Dança, drag queen há mais de 20 anos. Acredita em uma dança autoral que dialoga entre performance e espetáculos. Atualmente professor e produtor do Balé da Cidade de Teresina, uma das maiores companhias de dança do Piauí, na qual atua também como criador de alguns espetáculos entre eles: "Grave Grog” espetáculo que já fez turnê no norte e nordeste com o edital Sesc Amazônia das Artes e “Absolutas".
Coordena a Plataforma de produção, criação e formação em parceria com o artista Ireno Júnior intitulado “Dança Que Temos Feito" criações, ao qual já deram existência aos espetáculos Eólico, Eólico desdobrado, Braços pra que te quero, Valentar, Sabbath da Brixa e Guiança. Integra a Sóhomens Cia de Dança ao qual é bailarino e criador dos espetáculos MVS, Coroai-me, Dianas, TRINDADE e Espelácato. Profissional de Educação Física e Especialista em Estudos Contemporâneos em Dança – UFBA. Professor de dança contemporânea da Escola Estadual de Dança Lenir Argento desde 2013 e ex conselheiro municipal de dança de Teresina.
Em sua trajetória de bailarino e coreografo já participou de diversos Festivais de danças nacionais e internacionais como o JUNTA Festival Internacional de Dança e o PANORAMA Festival. Atualmente tem se debruçado em produzir experimentalmente vídeos dança para as mídias digitais e na pesquisa a performatividade drag queen como poética da cena e é um dos diretores/curadores do Turbulência Encontros de Danças.
